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Narrativas de ontem e de hoje: Poesia africana e afro-brasileira como caminho formativo com professoras da educação infantil

Postado por Coordenação FIAR em 10/out/2026 - Sem Comentários

SILVA, Maria Leticia Felintro da. Narrativas de ontem e de hoje: poesia africana e afro-brasileira como caminho formativo com professoras da educação infantil. 2025. 136 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Faculdade de Educação, Universidade Federal Fluminense, 2025. Acesse: Narrativas de ontem e de hoje: poesia africana e afro-brasileira como caminho formativo com professoras da educação infantil

RESUMO:

A pesquisa aqui apresentada, desenvolvida no âmbito da Linha de Pesquisa Linguagem, Cultura e Processos Formativos (LCPF) e do Círculo de Estudos e Pesquisas Formação de Professores, Infância e Arte (FIAR), do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal Fluminense, teve como objetivo identificar a contribuição da leitura de poesias africanas e afro- brasileiras como proposição para formações docentes, iniciais ou continuadas, suscitando experiência e reflexão sobre a educação para as relações étnico-raciais (ERER), (a)colhendo narrativas de professoras de Educação Infantil. Seu esquema teórico-metodológico, baseado nas abordagens narrativas e (auto)biográficas (Josso, 2009; 2014; Delory-Momberger, 2012; Passeggi, 2008; 2013), na perspectiva da pesquisa-formação docente, articulou ERER, Educação Infantil e um gênero específico de poesia, que faz parte do que chamamos de literaturas africana e afro-brasileira (Duarte, 2014). Para a produção dos dados, foi realizada uma “ciranda de poesia africana e afro-brasileira”, da qual participaram professoras de uma Unidade Municipal de Educação Infantil da rede pública de Niterói/RJ. Partimos das inquietações: a leitura de poemas escritos por poetas negras, como Noémia de Sousa (2016) e Conceição Evaristo (2017), entre outras, com um grupo de professoras da Educação Infantil, poderia provocar sentidos que contribuam para tecer narrativas, cruzadas com o que foi vivido ontem e o que é vivido hoje? Conhecer as literaturas africana e afro-brasileira poderia ser uma possibilidade de inspiração, de entrelaçamento de poéticas com estudo teórico e reflexão sobre a prática docente, na perspectiva da ERER? Contemplando leitura de poesias africanas e afro- brasileiras, conversas em círculo e produção de narrativas e criações estético-poéticas, a proposta da ciranda de poesia se transfigurou em um conjunto de rememorações, de vivências sentidas e compartilhadas. Entre leitura, escuta, conversas, olhares e composições estético- poéticas, muitos sentidos foram provocados pelo contato com as poesias africanas e afro- brasileiras, indicando um caminho fértil para refletir sobre a vida cotidiana e o racismo, dentro e fora da escola. Um espaço (um começo) para conhecer outras histórias, revisitar o próprio percurso formativo, questionando e buscando possibilidades para efetivar uma educação para as relações étnico-raciais.

Palavras-chave:

Poesia africana e afro-brasileira
Formação estética docente
narrativas (auto)biográficas
ERER
Educação infantil
Poesia africana (Português)
Formação docente
Educação infantil
Poesía africana y afrobrasileña
Formación estética docente
narraciones (auto) biográficas
ERER
Educación de la primera infancia

Educação Estética na Formação de Professores, por Lorenzo Manera, Adair de Aguiar Neitzel e Isleide Stein (Orgs.)

Postado por Coordenação FIAR em 10/out/2026 - Sem Comentários

Com muita alegria compartilhamos nova publicação fiandeira 🥰📚

“No cultivo de espaços-tempos artesanais, fertilizar poéticas, tecer pesquisa e formação estética docente”, escrito pelas fiandeiras Luciana Esmeralda Ostetto, Graziela Ferreira de Mello, Carla Andrea Corrêa e Michele Costa Pereira, na obra “Educação Estética na formação de professores”, organizada por Lorenzo Manera, Adair de Aguiar Neitzel e Isleide Stein, pela RIPE – Rede Internacional de Cooperação e Pesquisa em Educação Estética e Editora Onda 📚📚

Para acessar a obra: https://editoraonda.com.br/downloads/

Abraços fiandeiros! 🪡🧵🧶

NA FORMAÇÃO DOCENTE, ESTESIAR A RELAÇÃO DA PEDAGOGIA COM A ARTE

Postado por Coordenação FIAR em 05/maio/2026 - Sem Comentários

Autoras: Kamilla da Silva Cunha Martins e Luciana Esmeralda Ostetto. Acesse aqui

Resumo

Na formação do curso de Pedagogia, como a arte atravessa a experiência dos/das estudantes? Onde está a arte: fluindo em conexão ou represada pela proposta curricular? Essas questões enunciadas são fios que conduzem a discussão proposta neste artigo, como um desdobramento da pesquisa desenvolvida em nível de Mestrado, que objetivou (re)conhecer entrelaçamentos existentes entre Pedagogia e Arte na formação docente. O diálogo com a literatura e a escuta de ex-estudantes apontam que a arte está nas brechas do currículo. Nesse quadro, percebe-se a necessidade de revisão dos desenhos curriculares, estesiando relações com campos de conhecimento que, sobremaneira quando se projeta a atuação na Educação Infantil, são imprescindíveis.

Para uma “didática da maravilha” na educação infantil: escutar, brincar, viver junto com as crianças

Postado por Coordenação FIAR em 05/maio/2026 - Sem Comentários

Autoras: Luciana Esmeralda Ostetto e Mariana Soares Dantas

Divulgamos a publicação do manuscrito “Para uma “didática da maravilha” na educação infantil: escutar, brincar, viver junto com as crianças, pelas fiandeiras Luciana Esmeralda Ostetto – FE/UFF e Mariana Soares Dantas – FE/UFF.

E ainda o prefácio “ Salve o desejo, que mobiliza a busca e fertiliza encontros!”, pela professora Luciana Esmeralda Ostetto.

Os escritos estão publicados na obra “Educação infantil: diálogos, pesquisas e práticas”, organizado pelo fiandeiro José Firmino de Oliveira Neto e as professoras Priscilla de Andrade Silva Ximenes e Fabiane Lopes de Oliveira, ambos da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás.

Para conhecer o texto e a obra acesse o site da editora Educação Literária:

https://educacaoliteraria.com.br/produtos/educacao-infantil-dialogos-pesquisas-e-praticas-s7j95

Dos saberes e fazeres docentes com arte na Educação Infantil: Escutas e reflexões

Postado por Coordenação FIAR em 20/dez/2025 - Sem Comentários

Autoras: Luciana E. Ostetto e Ana Grazyele da Silva Araujo. Acesse aqui

O texto está na obra “Literatura infantil, arte formação de professores e práticas pedagógicas: reflexões por diferentes territórios educativos” / organizadores Aline de Fátima Sales Silva, José Firmino de Oliveira Neto. Goiânia, GO: Editora Educação Literária, 2025. As autoras apresentam os resultados da pesquisa “Arte na Educação Infantil: memória, formação e práticas docentes”. Assim, imbricadas aos pressupostos teórico-metodológicos da pesquisa narrativa e (auto)biográfica (re)contam com as professoras os saberes e fazeres relacionado à arte nas propostas pedagógicas desenvolvidas com a crianças pelos territórios de Educação Infantil de Niterói (RJ), de modo a articularem memória, formação e prática pedagógica.

Sobre formação estética docente: Poéticas (con)fiadas na pesquisa, no ensino e na extensão

Postado por Coordenação FIAR em 20/dez/2025 - Sem Comentários

Autor: José Firmino de Oliveira Neto. Acesse aqui

A resenha compõe o dossiê “Formação Docente, Educação Infantil e Arte: Mobilizar Sentidos, Desvelar Belezas”, v. 11 n. 3 (2025)

Resumo

Tramando fios narrativos, enlaçando histórias cultivadas e constelando sentidos presentes nos movimentos de pesquisa-vida do Círculo de Estudo e Pesquisa Formação de Professores, Infância e Arte (FIAR), da Universidade Federal Fluminense (UFF), as professoras Luciana Ostetto, Marta Maia e Cristiana Callai (a)bordam, no livro Formação, Educação e Arte: tessituras em pesquisa e prática docente – publicado pela Papirus Editora, no ano de 2023 -, temas e questões, estudos e proposições que o coletivo fiandeiro vem tecendo no campo da formação docente para as infâncias. 

No bordado partilhado, podemos vislumbrar, entre linhas, agulhas e tecidos, entre desejos, poesia e arte, um coletivo que se (re)inventa na academia. Tecer é tudo que desejavam/desejam fazer, fiandeiras e fiandeiros. Tecer é o que fazem. Tecem junto, tecem saberes-fazeres, tecem belezas, tecem esperanças, tecem possibilidades de formação estética, tecem sensibilidades, tecem encontros, tecem re-existências. Como uma síntese dos primeiros cinco anos do FIAR/UFF, o livro foi “[…] alinhavado pelo desejo, que aguça os sentidos e trama histórias de quem vive o cotidiano da escola e da universidade e se reinventa nos processos formativos, entre educação e arte” (Ostetto; Maia; Callai, 2023, p. 13).  E assim, como um livro-vida que festeja percursos, fala da vida tecida por um coletivo, que é dado a conhecer por meio de um prefácio – Matéria de poesia, matéria de academia -, da apresentação – Tessituras de um grupo de pesquisa -, e de um conjunto de 19 capítulos organizados em duas partes – Tessituras de dentro: pesquisa e prática (Parte I) e Tessituras para fora: partilhas de conhecimento (Parte II). A autoria dos capítulos, importante destacar, pertence àquelas que, pelo território da vida-academia, estiveram presentes nas/contribuíram com as fiações do coletivo fiandeiro. 

Brincadeiras em contextos investigativos na Educação Infantil: Miudezas em foco na formação docente

Postado por Coordenação FIAR em 20/dez/2025 - Sem Comentários

Autora: Mariana Soares Dantas. Acesse aqui

O artigo compõe o dossiê “Formação Docente, Educação Infantil e Arte: Mobilizar Sentidos, Desvelar Belezas”, v. 11 n. 3 (2025)

Palavras-chave: Brincadeira e docência, Contextos Investigativos, Educação Infantil, Narrativas autobiográficas, Formação estética docente

Resumo

Este texto relata a experiência da oficina Brincadeiras em contextos investigativos na Educação Infantil: miudezas em foco, idealizada e dinamizada pela autora durante a III Semana de Pedagogia da Universidade [suprimido para garantir anonimato], no mês de maio de 2025. A oficina nasceu das reflexões acerca do tema que vem sendo desenvolvido na pesquisa de mestrado, que conta com financiamento-bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e aborda a dimensão brincante na formação e na prática docente na Educação Infantil. O relato sistematiza processos de criação, (com)partilhamento e reverberações da oficina brincante, sonhada a partir das questões que também mobilizam a referida pesquisa: Ser brincante é uma característica essencial ao/à professor/a das infâncias? Como se formam professores/as brincantes? A elaboração textual da experiência vivida foi inspirada na perspectiva narrativa das abordagens (auto)biográficas (Nóvoa, 2014; Ostetto e Kolb-Bernardes, 2015; Josso, 2007).

Gritando alma: Percursos estéticos na formação docente em um centro de Educação Infantil

Postado por Coordenação FIAR em 20/dez/2025 - Sem Comentários

Autora: Laís Vilela Gomes. Acesse aqui

O artigo compõe o dossiê “Formação Docente, Educação Infantil e Arte: Mobilizar Sentidos, Desvelar Belezas”, v. 11 n. 3 (2025)

Palavras-chave: Formação estética docente, Educação Infantil, Formação docente em contexto

Resumo

Este relato de experiência apresenta um percurso formativo vivenciado em um Centro de Educação Infantil, no extremo leste paulistano, articulando planejamento e formação estética. Com inspiração na canção Anima de Milton Nascimento, a narrativa evidencia a importância do planejamento para (re)criar outros modos de fazer/viver a formação de professoras(es) na Educação Infantil, o que pressupõe intencionalidade e compromisso ético, político e estético. O texto descreve a importância de cultivar momentos de estudos que convidem cada professora e/ou professor a perceber o mundo com atenção aos detalhes, amplificando a experiência da docência. Os percursos compartilhados revelam, e afirmam, que a formação estética possibilita reconexões com a infância, a reflexão crítica sobre o planejamento educativo e a construção e fortalecimento de um coletivo sensível, comprometido com as crianças e as belezas inerentes às suas experiências cotidianas.

No encontro com estudantes de Pedagogia: Partilha poética com infâncias, natureza e fotografia

Postado por Coordenação FIAR em 20/dez/2025 - Sem Comentários

Autora: Michele Costa Pereira. Acesse aqui

O artigo compõe o dossiê “Formação Docente, Educação Infantil e Arte: Mobilizar Sentidos, Desvelar Belezas”, v. 11 n. 3 (2025)

Palavras-chave: Formação Estética Docente, Criança e Natureza, Fotografia, Prática pedagógica, Educação Infantil

Resumo

Documentar com registros fotográficos os encontros e encantamentos das crianças em intimidade com a natureza, neste caso, das coisas miúdas do chão, é poetizar os acontecimentos do cotidiano, dando sentido à existência (Ostetto, 2017). Para tanto, o afinamento do olhar é essencial, sobretudo quando se está na docência da Educação Infantil. O presente relato compartilha narrativas sobre as propostas de experiência poética vividas com um grupo de estudantes de Pedagogia, no âmbito de uma oficina dinamizada em evento na Universidade [suprimida para garantir anonimado, dando ênfase à formação das sensibilidades e à observação docente no cotidiano educativo com as crianças na natureza. A oficina contou com dois momentos:1) observação de registros fotográficos produzidos pela autora, que é professora de Educação Infantil da rede municipal do Rio de Janeiro, como um fio para a conversa e troca de saberes. Nesta troca, mediada por referências teóricas (Malavasi; Zoccatelli, 2013; Jobim e Souza, 2006), foram abordadas questões referentes a formas de documentar e comunicar através da fotografia, sobre a educação estética do olhar, infâncias e natureza. 2) fazer com as mãos, ampliando as experiências sensíveis, convidando o grupo à imaginação, para criação de um inseto utilizando elementos coletados na natureza. De maneira descritiva e analítica, o relato destaca, por fim, a necessidade da formação estética dos futuros professores das infâncias, nos cursos de Pedagogia, oportunizando exercícios de olhar, escutar e experimentar com todos os sentidos, no diálogo com as crianças e seus modos próprios de ver e expressar o mundo.

É preciso olhar para onde a criança olha! Uma conversa com Ana Angélica Albano sobre arte, pedagogia, formação docente e Educação Infantil

Postado por Coordenação FIAR em 20/dez/2025 - Sem Comentários

Autoras: Graziella Ferreira de Mello e Rosvita Kolb Bernardes. Acesse aqui

O artigo compõe o dossiê “Formação Docente, Educação Infantil e Arte: Mobilizar Sentidos, Desvelar Belezas”, v. 11 n. 3 (2025)

Palavras-chave: Arte e Pedagogia, Formação docente, Educação Infantil

Resumo

O texto apresentado é resultado de uma conversa com a  artista e educadora  Ana Angélica Albano sobre seu percurso como professora tanto na Educação Básica quanto na Universidade. Ao refletir sobre o vivido, Ana Angélica coloca luz sobre suas memórias, as revisita e traz à superfície algumas temáticas sobre a importância da arte na formação dos professores que mesmo passados alguns anos ainda se mostram atuais e carentes de  reflexão. Ana Angélica nos provoca a pensar a educação e a formação dos educadores das infâncias a partir do ponto: Olhar para onde a criança olha! Uma professora inspiradora para quem pretende trabalhar com a arte na educação infantil.

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